Os interessados na Escola-de-Redes devem acessar a partir de agora os seguinte sites:
www.vintequatro.com (brevemente por meio de www.redes.org.br)
03/09/08
Os interessados na Escola-de-Redes devem acessar a partir de agora os seguinte sites:
www.vintequatro.com (brevemente por meio de www.redes.org.br)
03/09/08
01) Aieska Lacerda
02) Alessandra Andrade
03) Alexsandra Ventura
04) Ana Maria Ribas
05) André Falconer
06) Andréa Prado
07) Aparecida Nogarolli
08) Ariadne Farias
09) Augusto de Franco
10) Bruno Ayres
11) Camila Santo
12) Carla Cabrera Duarte
13) Carlos Boyle
14) Carlos Eduardo Siqueira
15) Carlos Henrique Ávila
16) Carlos Lopes
17) Carlos Quandt
18) Cássio Martinho
19) Cecília Tavares
20) Célia Schlither
21) Cezar Busatto
22) Claudia Amaral da Silveira
23) Consuelo Monteiro
24) Cristiano Lafetá
25) Cristina Nascimento
26) Cristina Prado Rodrigues
27) Dalberto Adulis
28) Edio Schrader
29) Edson Joanni
30) Eduardo Manoel de Araújo
31) Egeu Laus
32) Eraldo Lima
33) Everardo de Aguiar Lopes
34) Fabianne Balvedi
35) Fabiano Morais
36) Fabio Duarte
37) Fernando Botelho
38) Fidelis Paixão
39) Flávio Próspero
40) Fu Kei Lin
41) Gustavo Abadie
42) Henrique Avelar
43) Heveraldo Galvão
44) Hugo Ribeiro
45) Israel da Silva Mota
46) Jandira Feijó
47) Janir Leite
48) Jefferson Ramirez
49) João Cândido Pereira
50) Jorge Duarte
51) Jorge Imperatore
52) José Marinho
53) Juliana Machado
54) Julio Carvalho
55) Klaus Frey
56) Lara Elly
57) Lia Goren
58) Lídia Matias
59) Lourdes Alves
60) Luiz Carlos Peretti
61) Marco Antonio Dantas Lima
62) Marco Fernando da Luz
63) Marcos Gomes
64) Margareth Maia
65) Maria Alejandra Nicolas
66) Maria Aparecida Lossio
67) Maria Augusta de Franco
68) Maria Barreto
69) Maria Cecília Batista
70) Maria de Lourdes Karlinski
71) Maria Teresa Krats
72) Maria Zélia Carvalho
73) Marília Souza
74) Mario Salimon
75) Moisés Basílio Leal
76) Natasha Gabriel
77) Omar Acosta
78) Osmar Araújo
79) Paulo Alexandre Haponiuk
80) Paulo Cassiano
81) Paulo Moura
82) Pepe Chaves
83) Queila Souza
84) Raquel Recuero
85) Rejane Arantes
86) Roberto Correa
87) Rodrigo Alvarez
88) Rosalvo de Menezes Filho
89) Rosana Vicente Velucci
90) Sandra Alves da Cruz
91) Severina Carvalho
92) Silvio Belbute
93) Simone Carneiro
94) Sueli Rodrigues
95) Terezina Fátima Paes de Arruda
96) Thiago Baiano
97) Thiago Baise
98) Tito Marson
99) Vanessa Próspero
01/09/08
O site www.vintequatro.com foi reformatado para tal objetivo. Agora é um site de comunicação livre e aberta da Escola-de-Redes. Qualquer um pode publicar artigos, imagens e vídeos.
Em breve o endereço deste site será www.redes.org.br (estamos redirecionando).
27/08/08
Enquanto o livro “Escola de Redes: Novas visões sobre a sociedade, o desenvolvimento, a Internet, a política e o mundo glocalizado” está no prelo, acabo de terminar um outro livro. Será o segundo volume da série. “Escola de Redes: Tudo que é sustentável tem o padrão de rede. Sustentabilidade empresarial e responsabilidade corporativa no século 21″. Clique no título para dar uma olhada no índice.
Índice
Apresentação
Tudo que é sustentável tem o padrão de rede
Parte 1
Os fundamentos do conceito de sustentabilidade
Autopoiese
Interdependência, reciclagem, parceria, flexibilidade e diversidade
Desenvolvimento como rede de co-desenvolvimentos interdependentes
O capital social
Um resumo
Notas e referências da Parte 1
Parte 2
Sustentabilidade não é propriedade do ambientalismo
É mais provável que o planeta se canse de nos salvar…
A vida é um valor principal, mas não o único
Uma definição insustentável de sustentabilidade empresarial
Vejam só! Esqueceram da política
Responsabilidade social como marketing não adianta muito
O modelo da empresa que “funciona bem” não serve
Nada pode durar para sempre: sustentável é o que muda, não o que permanece como está
Não existe um caminho para a sustentabilidade
Sustentabilidade não é um know how, mas um modo-de-ser
Notas e referências da Parte 2
Parte 3
Por que redes?
O que são redes?
Redes propriamente ditas são apenas as redes distribuídas
As redes sociais não são uma invenção contemporânea
Redes sociais não são redes digitais
Redes sociais não são clubes seletos de pessoas cooperativas
Hubs, inovadores e netweavers: os novos papéis sociais nas redes
Netweaving em redes sociais
Resistindo às quatro tentações que impedem ou dificultam o netweaving
As redes não duram para sempre e nem são feitas para crescer
A rede não é um instrumento para fazer a mudança. Ela já é a mudança
Uma rede só funciona quando existe
Uma rede começa sempre com uma rede
Começando a animar a rede
A rede “acontecendo”
Notas e referências da Parte 3
Parte 4
Afinal, o que é mesmo uma empresa?
Da empresa-pirâmide para a empresa-rede
O objetivo do trabalho em rede é a própria rede
A ilusão do marketing viral
Um roteiro para a transição
E depois…
Notas e referências da Parte 4
Epílogo
Indicações de leitura
15/08/08
São 87, até agora, as pessoas que manifestaram interesse em se conectar á Escola-de-Redes. Para ver a relação completa clique aqui.
14/08/08
O projeto do livro “A REDE” sofreu modificações. O livro agora passará a se chamar “Escola de Redes: Novas visões. Sobre a sociedade, o desenvolvimento, a internet, a política e o mundo glocalizado”. O conteúdo está sendo concluído e logo será postado em Nan Dai
Segue aqui para ler a nova introdução - uma espécie de resumo dos temas abordados no livro (que, aliás e afinal, acaba de entrar no prelo).
04/08/08
Um estudo feito nos Estados Unidos concluiu que a teoria dos seis graus de separação — segundo a qual apenas seis pessoas separam você de qualquer indivíduo no mundo — pode estar correta, embora talvez sete graus seja um número mais exato.
Pesquisadores da Microsoft estudaram os endereços de pessoas que enviaram 30 bilhões de mensagens instantâneas usando o programa MSN Messenger durante um único mês em 2006.
Quaisquer duas pessoas estão conectadas por, em média, sete ou menos conhecidos - dizem os especialistas.
A teoria dos seis graus de separação, criada na década de 1960, exerce fascínio sobre muitos, e inspirou um filme homônimo, dirigido por Fred Schepisi e lançado em 1993.
Em 2006, no entanto, foi questionada por uma especialista e caiu em descrédito.
Em entrevista ao jornal americano Washington Post, um dos pesquisadores envolvidos no projeto Messenger, Eric Horvitz, disse que ele próprio tinha ficado chocado com os resultados.
“O que nós estamos vendo indica que talvez exista uma constante de conectividade social para a humanidade”, disse Horvitz.
“As pessoas já suspeitavam de que nós todos somos realmente muito próximos. Mas estamos mostrando em grande escala que esta idéia vai além do folclore”.
Mito
O banco de dados usado por Horvitz e seu colega Jure Leskovec envolveu toda a rede de mensagens instantâneas da Microsoft –cerca de metade de todo o tráfego de mensagens instantâneas do mundo– enviadas em junho de 2006.
Para o estudo, duas pessoas foram consideradas conhecidas se tinham enviado ao menos uma mensagem instantânea uma à outra.
Tentando chegar ao menor número de elos da corrente necessários para conectar todos os usuários incluídos no banco de dados, os pesquisadores concluíram que a média era de 6,6 elos e que 78% dos pares poderiam ser conectados por sete ou menos pessoas.
A teoria dos seis graus de separação foi criada pelo psicólogo americano Stanley Milgram após uma série de experimentos conhecida como Small World (mundo pequeno) onde ele pedia a uma pessoa que passasse uma carta a outra, desde que essa outra pessoa fosse conhecida.
O objetivo era que a carta chegasse a uma determinada pessoa, desconhecida da primeira, que vivia em uma outra cidade.
Segundo Milgram, o número médio de vezes que a carta foi passada foi seis - daí a teoria dos seis graus de separação.
Em julho de 2006, entretanto, a psicóloga Judith Kleinfeld, da Alaska Fairbanks University, analisou as anotações da pesquisa original de Milgram e verificou que 95% das cartas não haviam chegado ao seu destinatário final.
Ela concluiu que a teoria dos seis graus não passava de um mito.
Mas a equipe da Microsoft disse que seu estudo valida pela primeira vez, em escala planetária, a teoria de Milgram.
30/07/08
A partir de certo número de conexões em relação ao número de nodos, começam a ocorrer na rede fenômenos surpreendentes, que não dependem, ao contrário do que se acredita, do conteúdo das mensagens que trafegam por essas conexões. Quanto mais distribuída ou menos centralizada ou descentralizada (i. e., multicentralizada) for a topologia da rede, maiores são as chances de tais fenômenos ocorrerem. Esses fenômenos – como o clustering e o swarming (enxameamento), a autoregulação sistêmica, a produção de ordem emergente e/ou a desconstituição de ordem pré-existente (ou remanescente) e a redução do tamanho (social) do mundo (crunch) – não podem ser adequadamente captados e explicados pelas categorias e hipóteses (que compõem as teorias) tradicionais das ciências sociais.
O mesmo se pode dizer da dinâmica endógena das redes, que também envolve uma fenomenologia ainda não compreendida, como a pulsação e a intermitência, os múltiplos laços de realimentação de reforço (feedback positivo), a iteração (ou reiteração), o “relâmpago” e o assembleiamento, o loop e a reverberação.
Como todos esses eventos dependem, dentre vários outros fatores, do número de conexões e de nodos e do grau de distribuição da rede, para investigá-los é necessário discutir as topologias de rede. No espaço-tempo dos fluxos, a topologia, se não determina, pelo menos condiciona fortemente a fenomenologia. Clique aqui para continuar lendo.
17/07/08
Passei os últimos dias mergulhado numa investigação sobre topologias de rede. Creio que encontrei algumas coisas interessantes, ainda que usando um formalismo matemático elementar (o que, nesse caso, é até bom): formulei uma equação para calcular o índice de distribuição de uma rede e também uma matriz topológica para caracterizar inequivocamente as configurações possíveis de uma rede (da totalmente centralizada à totalmente distribuída). Clique aqui para ler um resumo dos primeiros resultados desses trabalhos (que ainda precisam, certamente, passar por uma revisão cuidadosa).
É certo que agora, para avançar mais, preciso de ajuda. Estou, há muitos anos, afastado das abordagens matemáticas. Imagino que na Escola-de-Redes possamos exercer a ajuda-mútua nessas investigações.
No dia 27 de setembro de 2008, um sábado, será lançado o Nodo-de-São-Paulo da Escola-de-Redes. Em breve vamos informar horário, local e a pauta.
Lançamento do nodo da Escola de Redes no Brasil20/06/08 - 19 a 22hs.
CIETEP, Curitiba
Lançamento do nodo da Escola-de-Redes no Brasil durante a pós-Conferência ao GFAL, aberta ao público, sob o tema Redes e Sustentabilidade, com a presença de David de Ugarte, Juan Urrutia, Augusto de Franco e Rodrigo Loures.
Apresentação do planejamento da Escola de Redes21/06/08 - 9 a 18hs.
Hotel La Dolce Vita, arredores de Curitiba
Apresentação do planejamento da Escola de Redes e da Revista de Redes no Segundo Encontro com David de Ugarte.